sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Doze Procedimentos para Abater as Colunas de uma Loja

Assistir o menos possível às Sessões;

Se assistir a alguma Sessão, procurar chegar sempre tarde, e proferir inoportunas “graçolas” para destabilizar a interiorização dos Irmãos;

Se estiver frio, se chover, ou se estiver calor nunca pensar ir à Loja;

Se algum espectáculo televisivo coincidir com o dia e hora da Sessão, dá-se preferência ao espectáculo, e influencia-se outros Irmãos a proceder de igual modo, para não se correr o risco de se ser o único;

Quando assistir aos trabalhos, procurar criticar tudo o que o Venerável Mestre fizer ou disser;

Não aceitar nenhum cargo em Loja, ou tarefa alguma, pois é mais fácil criticar do que executar; Contudo, se for nomeado pelo Venerável, deve-se ser irregular na frequência e abandalhar o desempenho;

Dar-se por ofendido se não for nomeado para alguma Comissão, e se o for, não desempenhar a missão, nem tão pouco expressar qualquer ideia de trabalho, e muito menos comparecer às reuniões;

Se o Venerável Mestre solicitar “Peças de Arquitectura” justificar a falta destas com os seus muitos afazeres. Mas, caso o Venerável Mestre as peça na forma oral, deve manter o silêncio, ou objectar que se está muito cansado, ou que não tem opinião formada; depois, quando sair do Templo, dizer aos Irmãos como deveriam ter procedido sobre o tema discutido;

Só fazer o que de todo for indispensável, e se houver alguns irmãos a quererem trabalhar para o bem da Loja, fazer passar o boato de que há uma “camarilha”, um “lobby”, ou alguém em particular, que está a tentar dominar a Loja, ou à procura de visibilidade pessoal;

Demorar o mais que seja possível o pagamento das quotas mensais, e eventualmente, só as satisfazer quando estiver quase a ser suspenso, desculpando-se com a falta de cobrança, aviso, ou mesmo por se tratar de pessoa com muitos afazeres;

Não se preocupar em conseguir novos membros para a Loja, ou propor pessoas inconvenientes para esta;

Aproveitar o Ágape para “minar” os trabalhos desenvolvidos em Loja, e em particular, o desempenho do V:. M:., acusando-o sempre que possível deste ser parcial nas suas decisões, ou se a Assembleia for permissiva, transformá-los em eventos geradores de ideias e de comportamentos anarquistas e conspiradores contra as Luzes da Loja e contra o Governo da própria Obediência;

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